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Meus pais acham que eu sou gay

2020.07.29 20:42 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

(Postei primeiro no desabafos, mas resolvi postar aqui também)
O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.
Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.
A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.
A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha
Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.29 20:24 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.

Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.

A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.

A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha

Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.06.28 12:39 NayhAlmeida Sou babaca por não contar para minha família que estou a um ano morando fora do Brasil?

Olá galera, criei essa conta só para contar essa história. Desculpe os erros de português,estou muito nervosa e me sinto muito estranha contando isso.
Me chamo Nay, mas vou preservar minha família dessa exposição então não usarei os nomes deles. Nasci de uma gravidez indesejada, não convivo com meu pai e minha mãe me deixou com minha avó para viver com meu padrasto, pois na época ele exigiu que eu não existisse entre os dois, então eu morava com minha avó, meu avô, meu bisavô João e meu tio. Minha família é muito conservadora, é de interior de Minas e é muito fervorosa religiosamente, com isso eles sentiram muita raiva da minha mãe com isso tudo, na época meu tio tinha 15 anos e era o prodígio da família, pois iria ser padre, e meus avós faziam de tudo por ele até eu nascer e tomar toda essa atenção e cuidados, meu tio ficou muito irritado alguns primos falam que ele falava que eu estava dormindo quando pequena só para que as amigas da minha avó não fosse me visitar, o tempo passa eu já com 12 anos e meu tio foi "rejeitado" na escola dominical com decidiu fazer faculdade, mas meu bisavô decidiu em vez de ajudar ele nos custos e essas coisas, que teria prometido antes, ele me colocou em um Colégio particular bom da minha cidade, pagar cursos de pintura (que amo) e essas coisas, meu tio ficou com muita raiva de mim e quando todos não viam ele me batia e fazia com que tudo de errado da casa caísse sobre mim, exemplo quem quebrou isso? Deve ter sido a Nay, minha avó não gostava das minhas atitudes já que eu não ia a igreja com ela, detestava rezar o terço e isso piorava com o que meu tio fazia, meu bisavô morreu quando tinha 12 anos e então esse ano foi péssimo entrei em depressão, todos me acusavam de não dar valor o que meu bisavô fazia, por conta de não ir com ele na igreja, enfim repeti na escola por faltar, pois nem a aula queria ir emagreci, tentei coisas contra minha vida, mas minha avó achava isso frescura de adolescente querendo aparecer. Daí pra frente minha vida foi um inferno, comecei a trabalhar em um emprego de meio expediente depois das aulas, minha avó começou a exigir que eu pagasse contas da casa para ajudar, mas com tempo ela começou a exigir que eu pagasse a estadia, que se eu morasse ou estivesse em hotéis eu estaria pagando mais. Então eu pagava tudo com contas equivalentes que minha avo fazia, tipo conta 300 dividia por moradores e eu pagava minha parte.
Nota: ate meus 15 anos.
A mãe de uma amiga minha ficou mal com aquela situação que eu passava e perguntou se eu queria morar com ela em Belo Horizonte, juntei meu dinheiro e fui, minha família deu graças por não ter esse peso, meu tio na época morava sozinho com seu amigo no rio de janeiro já estava formado na faculdade e trabalhava lá.
Passada uma semana que estava em BH fiquei sabendo que a cidade toda estava de fofocas, principalmente nos eventos da igreja que minha avó ajudava, sobre minha família ter me "expulsado de casa", pois era assim que eles pensavam, fofoca ne, então minha avó começou a me ligar pedindo pra que voltasse que tudo iria mudar, mas eu já estava bem, trabalhava meio período, estudava e adorava ter paz quando chegasse em casa, minha avó começou a me chantagear falando que se eu não voltasse ela iria morrer e dramas dessa forma, que estava mal por não estar comigo. Então numa tentativa desesperada minha avó fingiu estar mal e pediu o médico que a internasse no hospital para fazer exames, já que ela estava muito mal, sim na minha cidade alguns médicos fazem TUDO que você pede se pagar. Então nessa hora meu tio me liga dizendo que se eu matasse minha avó ele iria ate no inferno me buscar, fez um escândalo com a mãe da minha amiga dizendo que eu fugi de casa, publicou isso em todas as redes sociais com minha foto, falando que eu era a pior pessoa do mundo pra minha família que minha avó estava doente por conta minha, detalhe que naquela época eu tinha no meu Facebook meu chefe e amigas de trabalho, então fui demitida em uma conversa estranha sobre eu ser uma pessoa melhor e voltar pra minha família, chorei muito e voltei. Quando cheguei minha avó estava em casa com a cara mais plena do mundo, falou que não sabia que meu tio fez aquilo, que ela não pediu isso e que ela nem estava tão mal assim, que não tinha culpa e eu voltei por quis, dai pra frente no natal e reuniões de família eu evitava meu tio, minha avó vê meu tio como o menino de ouro dela que nunca a decepcionou então para ela meu tio fez certo. Dai até os meus 18 anos trabalhei e estudei, pagava a minha moradia e não tinha amigos, pois para minha avó ninguém tem amigos e que amigo é só Deus, que todos me invejavam e essas coisas então minha avó arruinava minhas amizades falando e fazendo coisas e depois fingindo que não fez. Chamava minhas amigas de vagabundas quando eu não estava em casa para não me chamarem que eu não ia sair com aquele tipo de gente.
Então com 18 anos conheci meu ex ele morava em outra cidade no caso uma cidade universitária, ele estudava lá, mas ele nasceu na mesma cidade que eu então a gente se conheceu por isso, expliquei para ele como era minha família porque sei que não é fácil pensar isso deles já que são muito ligados a igreja e a família dele também, vou pular uma parte longa do começo do nosso namoro até ele descobrir os podres da minha avó pois não é o foco, enfim eu fui fazer faculdade na mesma cidade que ele, consegui auxilio alimentação da universidade e moradia então morava no campus e comia lá, era bem puxado pois fazia matemática e dividia quarto com mais 3 pessoas que nem conhecia, mas era necessário eu queria ter paz na vida, eu não entrei na faculdade por querer algo como me qualificar eu só queria sair de casa, minha família ficou orgulhosa por vários motivos, primeiro que meu ex era de "boa família", segundo que eu estava fazendo faculdade federal e então estava tudo ótimo para eles certo? Errado eles me cobravam constantemente pra terminar meu curso, quem é de exatas entende o quão tenso é você decorar 1 milhão de fórmulas e na hora da prova não saber qual é a primeira que irá usar e o branco vir, então no começo a adaptação é tensa, cobrava que eu casasse com meu ex no caso já estavamos com 2 anos de namoro e morávamos juntos nessa época, mas como disse eu e ele não ligavamos pra eles, eles me mandavam dinheiro através da conta do meu ex para que eu possa comer algo, era bem pouco mas ajudava sim não posso negar, pois comprava pão e leite, eu já ia para casa só nas férias e minha família continuava querer cobrar minha estadia quando ia, exemplo: você ficou 10 dias, então com a luz, água e x o valor fica xx, eu achava isso um absurdo, pois eu ia só para visitar minha família (obs.: minha mãe separou do meu padrasto e teve minha irmã com isso as duas foram morar com meus avós, então eu ia para ver ela) Mas com o tempo passei a ir só no natal e voltava antes do ano novo, então não dava tempo de se meterem na minha vida, o tempo passou e meu namoro já tinha virado mais amizade que amor, então decidimos separar, mas não falamos para minha família logo, ja que na visão da minha avó eu não consigo me virar sozinha sem meu ex, e nenhum homem será bom que nem ele, então mantivemos essa mentira por um tempo e quando contei minha família achou que seria uma fase e que a gente voltaria logo, sendo que já tínhamos superado e já tínhamos ficado com outras pessoas, passa o tempo e em 2019 decidi que iria viajar, queria a muito tempo, mas meu ex não programava falava sempre um dia e um dia, mas acabava que nunca chegava esse dia, então decidi mesmo que minha família brigue por viajar sozinha eu iria, tinha juntando dinheiro e queria viajar para fora do Brasil. Em outubro de 2019 eu conheci meu atual pelas redes socias, iria viajar no ano novo decidi que seria para Portugal e então comecei a olhar as coisas do país, onde ficar e com isso acabei falando com ele, ficamos íntimos muito rápido e na primeira semana falávamos de tudo um com outro, conversa vai e vem e eu decidi que iríamos nos ver assim que eu chegasse. Mas com o tempo essa paixonite ficou mais séria e eu e ele só pensavamos o que fazer quando eu voltasse pro Brasil e ficasse longe, porque pra mim uma viagem dessa seria de 5 em 5 anos, e ele é militar acaba que não tem tempo também para viajar, então decidimos com ele que eu iria ficar lá com ele (não foi assim do nada foi pensado e seria um teste se desse errado eu voltava), mas sim faltava 3 meses para isso, então eu arrumei as coisas, resolvi questões já que morava sozinha então tinha coisas a fazer e resolvi que faltando 1 semana pra ir eu iria para minha cidade falar com minha família sobre isso, pois não daria tempo deles tentarem arruinar esse meu desejo e eu queria que fosse algo leve que eu explicasse que eu teria dinheiro e se eu quisesse voltar eu voltava, mas quando cheguei em casa a minha avó mandou eu fazer comida, pois não tinha comida para mim lá e que eu podia fazer mas reclamou e reclamou que eu não estava com meu ex e falava pra eu dar orgulho para ela, eu travei e não consegui falar, enfim viajei, pedi conselhos ao meu ex, pois ele mais que nunca sabia como era isso tudo e ele disse que assim que eu arrumasse emprego em Portugal, mostrasse que estava aqui, explicava tudo e falava que estava bem e trabalhando e no caso até poderia mandar dinheiro pra ajudar eles (algo que eles iriam ficar "orgulhosos"). Mas o destino meus amigos, o coronga entrou em ação quase 1 mês depois que estava aqui e ficou impossível de conseguir emprego, minha avó começou a não gostar deu estar sozinha no Brasil e então comecei a mentir falando que estava com amigas e que estava bem, meu tio começou a jogar umas indiretas sobre eu não estar em casa já que eu não fazia mais vídeos chamadas com minha avó, e minha avó falava em voltar sempre com meu ex, eu não consegui falar, pensei que conseguiria ficar com visto de trabalho e que com isso eles não poderiam sei la fazer algo para que eu voltasse para o Brasil, fora que meus sogros já acham estranho essa história de se conhecer pela internet do meu namorado e eu, então pensava que meu tio poderia achar nas minhas redes sócias meu sogro e inventar coisas e piorar meu relacionamento com eles, eu sou extremamente feliz com meu namorado, não sinto o peso da família sobre isso, podemos fazer o que quiser, voltei com meus cachos coisa que minha família detestava e nunca deixava que eu voltasse, ele me apoia e sinto que foi a melhor coisa que fiz é ter dado essa chance pra nós dois. Minha avó detestou que voltasse que os meu cachos mas meu namorado me apoio muito nisso. Minha avó gravou um áudio chorando falando que estraguei meu cabelo que minha mãe e ela viram meu cabelo na foto de perfil do whats que a mesma daqui e que estou péssima devo estar louca terminei meu namoro e agora isso que só faço desgosto e coisas do tipo, respondi com: eu estou linda me amo assim lide com isso. Minha avó de vez em quando manda dinheiro pra mim como presente, ja disse que não preciso, pois vejo que assim ela acha que eu tenho obrigações com ela, mas ela mansa pois sabe minha conta do banco e sempre me convence fala do a compra uma blusinha pra você e talz foi fulana que mandou (no caso fala que o dinheiro é presente de primos, madrinhas meu avô). Em Dezembro desse ano ira fazer um ano que vou estar aqui, pensei que em novembro poderia falar com minha família que iria viajar em Dezembro e fingir que esse meu 1 ano não existiu já que quase não fiz nada aqui por conta do coronga e até lá eu iria tentar me regularizar no país, então não teria a possibilidade deles fazerem algo contra, ao mesmo tempo tenho vontade de falar que já estou aqui quando eles me ligam e tirar esse peso, mas sei que as consequências podem ser muito piores e já que eu aguentei ate agora eu aguento até dezembro. Minha avo me liga regulamente e não sabe do meu atual relacionamento fico mal, mesmo sabendo que se eu apresentar meu atual ela não ira gostar dele da mesma forma que meu ex, por conta dela exigir essa coisa de boa família, eu queria que ela visse o quanto ele me faz bem e como sou muito mais muito feliz com ele.
Eae gente sou babaca de não falar que estou aqui em Portugal para minha avó e família?
Ps.: é irrelevante, mas meu tio é gay, esse amigo dele é marido dele, ele "esconde" isso da minha família, eles tem casa juntos, compraram carro juntos, tem dois dogs juntos, mas contam para todos que são amigos,quando outros familiares falam que acham isso estranho minha avó e minha mãe, ameaçam todos falando que é difamação e que eles vão ter que provar judicialmente. Para minha família isso seria algo horrível, não gosto do meu tio acho ele falso e dissimulado, mas fico mal por minha avó não aceitar ele e mesmo eu sendo heterossexual tenho amigos gays, bi etc... e minha avó não aceita o fato de ter "colegas" (já que pra ela não tenho amigas) bi e lésbicas, pois vão pensar mal de mim e elas só querem me levar para esse caminho do mal.
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